PIBID BIOLOGIA - UNIPAMPA

PIBID BIOLOGIA - UNIPAMPA

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Mural do mês de fevereiro/março da Escola Poli


Por: Alexia Menezes e Alice Lemos 

O mural do PIBID na Escola João Pedro Nunes (Figura 1) do mês de fevereiro/março de 2016, foi dedicado aos 150 anos da genética mendeliana. Nele foi publicada uma notícia sobre “o legado de um monge invisível”, retirada da revista de pesquisa FAPESP. A autora Maria Guimarães, conta de forma sucinta, sobre a vida de Mendel e sobre seu trabalho que ficou conhecido como a base da genética: “Experimentos em hibridização de plantas”.
Também foram colocadas imagens ilustrativas de Gregor Johann Mendel (conhecido como pai da genética) e do seu principal material utilizado em suas pesquisas que foi a ervilha-de-cheiro (Pisum sativum), bem como alguns exemplos de cruzamentos realizados.
Neste mural também se salientou a importância deste mês ter sido a primeira vez que a ONU (Organização das Nações Unidas) celebrou o dia internacional das mulheres e meninas na Ciência. Além de dar boas vindas aos educandos na volta às aulas!


Figura 1: Mural do mês de fevereiro da Escola João Pedro Nunes.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

CLUBE DE CIÊNCIAS DA E.M.E.F. PRESIDENTE JOÃO GOULART

Por Ana Maria Bolzan     
  
Desde o mês de setembro ocorreram encontros semanais do Clube de Ciências com os alunos Jaqueline Oliveira e Wuesllem Rodrigues, do 7º ano, turma 72 da E.M.E.F. Presidente João Goulart sob orientação da bolsista Ana Maria Bolzan. O tema de estudos, microrganismos, foi escolhido pelos alunos.  Durante esse período, desenvolvemos leituras e discussão de textos da revista Ciência Hoje e notícias de jornais que fossem relacionados ao tema central. Realizamos dois experimentos baseados no método científico. O primeiro experimento foi “Onde encontramos os microrganismos?”, no qual os alunos coletaram amostras de diversos locais da escola (bebedouro, pia, maçaneta...) colocados em meio de cultura e observaram o crescimento de fungos e bactérias (Figuras 1 e 2).
Figura 1. Material utilizado para a realização do experimento.

Figura 2. Amostras coletadas pelos alunos.

      O segundo experimento foi realizado pela aluna Jaqueline, sobre as substâncias tóxicas encontradas no leite. Queríamos saber porque colocam essas substâncias no leite. Através de notícias de jornais levantamos algumas substâncias tóxicas encontradas no leite. Então foi montado um experimento para testar qual a durabilidade do leite puro, do leite com formol, leite com bicarbonato de sódio e leite com água sanitária através de indicadores de pH (Figuras 1 e 2).
     Durante uma semana foi verificado o pH das amostras de leite (Figuras 3, 4 e 5). Notou-se que o leite puro estragou mais rápido, ficou com mau cheiro e separou a parte líquida da sólida, no segundo dia o pH baixou, indicando acidez. O leite com formol foi o que durou mais tempo e permaneceu até o último dia do experimento com aspecto de leite normal e o pH baixou para 5 somente no último dia de aferição (Figura 6). Com base nas leituras feitas anteriormente e com os resultados do experimento, a aluna concluiu que: “Eles colocavam essas substâncias para que o leite não estragasse e não ficasse com cheiro ruim, por que os microrganismos, como as bactérias e os fungos se criam no leite puro e fazem o leite estragar mais rápido e essas substâncias como: bicarbonato, água sanitária, formol e outras matam esses microrganismos, fazendo com que o leite dure mais tempo”. Foi possível perceber que a aluna entendeu e compreendeu o experimento, assim como seus resultados e suas relações com o cotidiano.
       As atividades propostas pelo Clube de Ciências oportunizam aos alunos um ensino através da pesquisa e do método científico, além de estimular o pensamento crítico a partir de situações-problemas presentes no dia-a-dia.

Figura 1. Montagem do experimento.

Figura 2. Montagem do experimento.

Figura 3. Verificação do pH das amostras de leite.

Figura 4. Verificação do pH das amostras de leite.

Figura 5. Verificação do pH das amostras de leite.

Figura 6. Amostras ao final do experimento. A primeira dupla de copinhos (de cima para baixo) são as amostras de leite puro, a segunda de leite com água sanitária, a terceira dupla de copinhos são as amostras de leite com formol e a quarta dupla de leite com bicarbonato de sódio.







Mural do mês de dezembro da E.M.E.F. Presidente João Goulart

Por Ana Maria Bolzan
       
          O mural do mês de dezembro enfatizou o Dia do Bioma Pampa, que é comemorado em 17 de dezembro. Essa data foi escolhida para marcar o dia do nascimento do agrônomo e ecologista brasileiro, José Antônio Lutzemberger, nascido em 17 de dezembro de 1926, que em 2015 estaria completando 89 anos de idade.
          O Pampa foi reconhecido como bioma em 2004 e teve seu dia criado em 2007. Além de ser um patrimônio natural, o pampa também é um legado cultural do povo gaúcho que está ameaçado pelas monoculturas, como soja e eucalipto, e pela fragmentação e destruição de seu habitat natural. Precisamos valorizar e preservar os campos nativos do nosso bioma Pampa.
         Também no mural desse último mês do ano de 2015, desejamos aos alunos da E.M.E.F. Presidente João Goulart, boas férias, boas festas e um feliz ano novo!!!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Energias renováveis


Por: Pedro Goulart

A partir do convite feito pela professora de Geografia da Escola Marques Luz, foi elaborada uma aula expositivo-dialogada sobre o tema Energias Renováveis, seguida de um jogo de perguntas e respostas para sistematização do assunto.

          A atividade foi ministrada no dia oito de dezembro de 2015, com as totalidades 8A, 8B e 9A do Ensino de Jovens e Adultos - EJA. A atividade foi de grande importância para que os alunos conhecessem um pouco sobre os métodos utilizados para produção de energia limpa (principalmente elétrica) e associassem com os principais métodos de produção de energia utilizados no Brasil, assim como seus benefícios e malefícios.

          A atividade foi realizada de maneira satisfatória, os alunos estavam muito interessados e participativos. No primeiro momento os alunos foram organizados em bancadas, para assistirem uma aula expositivo-dialogada, onde demonstraram muita atenção, ocorrendo perguntas e debates ao final de cada tipo de energia renovável explicada.

          Em um segundo momento, os mesmos foram submetidos a um jogo de perguntas e respostas de múltipla escolha. O laboratório de ciências estava lotado devido ao grande número de alunos na sala (Figura 1), mas felizmente, isto não foi um problema e sim um benefício. Todos os alunos participaram do Jogo e o clima de competição fez com que os mesmos se empenhassem em responder corretamente as questões.


Figura 1: Alunos das totalidades 8A, 8B e 9A, assistindo a aula teórica.
A avaliação da atividade foi realizada a partir da participação dos alunos durante a aula e do resultado do jogo. Com base nestes aspectos foi possível constatar que os alunos estavam interessados no conteúdo e conseguiram entender grande parte das informações que foram comentadas, afinal 100% das questões do jogo foram respondidas com exatidão.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Mural do mês de dezembro da Escola João Pedro Nunes

Por: Alexia Rodrigues Menezes.

            O mural do PIBID na Escola João Pedro Nunes (Figura 1), foi dedicado às datas comemorativas do mês de dezembro. Nele foram publicadas fotos de diversas atividades realizadas pelo grupo de bolsistas atuantes na escola no decorrer deste ano, ao mesmo tempo em que foram feitos votos aos alunos, funcionários e professores de um final de ano repleto de coisas boas, um natal de muita paz e um ano novo cheio de realizações. O grupo também deseja aos mesmos que tenham ótimas férias para um retorno cheio de energias positivas.

Figura 1: Mural do mês de dezembro da Escola João Pedro Nunes.

Construindo teias tróficas

Por: Alexia Rodrigues Menezes

            Foi realizada no dia 18 de novembro de 2015, na Escola João Pedro Nunes, com os alunos do 1º Ano do Ensino Médio, da turma 103, a atividade prática: construindo terias tróficas.
            A atividade envolveu 19 alunos no total, do turno da tarde. O objetivo desta atividade é fazer com que os alunos compreendam a relação entre os seres vivos e a dependência entre os níveis tróficos dentro das cadeias e teias alimentares.  Estabelecer relações entre diferentes seres vivos e a construir cadeias e teias alimentares para que percebam como a ação antrópica compromete e desequilibra essa harmonia.

            Os alunos formaram um círculo no pátio da escola, e com o auxílio das bolsistas e dos materiais utilizados para a realização o da prática, foram construídos alguns exemplos de teias tróficas.



  Figura 1: Alunos da turma 103, do 1º Ano do Ensino Médio, realizando a atividade proposta sobre teias tróficas.



Figura 2: Discentes do 1º Ano do Ensino Médio, construindo as teias tróficas com o auxílio da bolsista Alexia.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

EFEITO ESTUFA

Por Alana Bavaro Nogueira

       Nos dias 26 de Novembro e 03 de Dezembro de 2015 foi realizada uma aula prática sobre o efeito estufa e suas consequências para os ambientes terrestres com as turmas das totalidades 7A e 7B da EJA da escola Marques Luz.
       Na atividade prática, os alunos montaram seus próprios sistemas que simulam o efeito estufa no planeta (Figuras 1, 2, 3 e 4), relacionando cada componente destes sistemas às estruturas que elas representavam (a lâmpada o sol, o filme pvc a atmosfera, os beckers com água como sendo os habitantes que sofrem a influência deste sistema). Desta forma, os estudantes puderam entender de fato a importância do efeito estufa para a sobrevivência das espécies e o que o agravamento deste efeito pode gerar de consequências para os biomas, cidades e para a vida na Terra.
       As mudanças climáticas estão diretamente relacionadas ao agravamento do efeito estufa, que se dá principalmente pelas ações antrópicas, como desmatamento, poluição pela queima de combustíveis fósseis (tendo como principal agente o gás carbônico), emprego de certos fertilizantes e desperdício de alimentos que elevam os níveis de gases de efeito estufa e, por conseguinte, elevam também a temperatura do planeta. Suas consequências, portanto, causam o derretimento das calotas polares, aumento do nível do mar, desastres naturais, como maremotos, furacões e enchentes, e com isso, perda de plantações, inundações, dentre outras (Figura 5).
       Para esclarecer que o efeito estufa é um processo natural que impede que a temperatura em nosso planeta esfrie mais do que deveria, favorecendo assim a continuidade da vida na Terra, mas que a sobrecarga deste sistema desestabiliza o equilíbrio energético produzindo o fenômeno conhecido como aquecimento global, foi utilizado um documentário ilustrando a importância, as causas e as consequências do efeito estufa e das mudanças climáticas, bem como de soluções mitigadoras que estão ao alcance de todos nós, cidadãos, fazermos e cobrarmos de nossos representantes políticos (Figuras 6 e 7).
       Por fim, foi também utilizado um material de suporte com perguntas relacionadas ao trabalho em que os alunos puderam responder durante a aula e sanar quaisquer dúvidas que ainda poderiam persistir (Figura 8).

Figura 1: Alunos da Turma T7A (grupo 1) preparando os sistemas de efeito estufa.

  Figura 2: Alunos da Turma T7A (grupo 2) preparando os sistemas de efeito estufa.

Figura 3: Alunos da Turma T7B (grupo 1) preparando os sistemas de efeito estufa.

Figura 4: Alunos da Turma T7B (grupo 2) preparando os sistemas de efeito estufa.

Figura 5: Bolsista-ID palestrando sobre o tema para a turma T7B.

Figura 6: Alunos da turma T7A assistindo ao documentário.

Figura 7: Estudantes da turma T7B assistindo ao documentário.


Figura 8: Bolsista-ID auxiliando na execução do questionário para a turma T7A.