PIBID BIOLOGIA - UNIPAMPA

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domingo, 27 de março de 2016

NEGOCIANDO O USO DO PRESERVATIVO

Por Suelen Mattoso

            Pessoas sexualmente ativas devem reconhecer que possuem responsabilidades adicionais. Dentre elas, está a possibilidade de uma gravidez não planejada, e os riscos de se adquirir (ou transmitir) DSTs: as doenças sexualmente transmissíveis.
            Felizmente temos um instrumento capaz de reduzir consideravelmente as chances de um ou desses dois eventos acontecerem: a camisinha. Feita geralmente de látex (camisinha masculina) ou poliuretano (camisinha feminina); ela é um método de barreira bastante eficaz, quando utilizado corretamente
            Além de importante contraceptivo, a camisinha é um dos principais métodos para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST), como AIDS, gonorréia, sífilis, hepatite B, herpes genital, verruga genital (HPV), câncer do colo uterino, entre outras. São doenças sérias, que podem trazer uma série de riscos e complicações à saúde. Preveni-las depende muito da conscientização de cada um. Nesse processo, informação e camisinha, sem dúvida, são instrumentos bastante eficazes!
      Sendo assim foi proposta a atividade “Negociando o uso de preservativo” com alunos do ensino médio da E.E.E.M João Pedro Nunes, partindo do desejo de reforçar a importância de sua utilização, conscientizando os alunos de que uma relação perigosa, sem hábitos preventivos, pode causar sérios problemas a saúde das pessoas envolvidas.
        Primeiramente, as turmas foram conduzidas, uma por vez, até o pátio da escola onde ficaram dispostas em círculo (Fig. 11). Uma bola circulou pelo grupo enquanto a bolsista, com os olhos fechados, foi dizendo: batata quente, batata quente, batata quente, queimou...  Quando a bolsista falasse queimou, a pessoa que estivesse com a batata quente pegava, dentro de um recipiente localizado no meio do círculo, uma situação para responder. Por exemplo, “Se alguém falar: – As pessoas com aids deveriam ser isoladas. Você responde...” “Se alguém falar: Camisinha não é natural, me bloqueia. Você responde...”
A brincadeira continuou por algum tempo, possibilitando a maior participação possível (Fig. 12).
A bolsista discutiu com o grupo as negociações que foram feitas, cujas principais ideias foram por ela anotadas. Estimulando o grupo a refletir sobre a pertinência ou não dos argumentos utilizados, e a criar outros argumentos para as respostas (Fig. 13) 

Fig. 11 – Alunos dispostos em círculo para a realização da atividade.

 Fig. 12 – Aluno lendo e respondendo a situação proposta.

Fig. 13 – Bolsista discutindo com o grupo as negociações que foram feitas.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Mural mês de março

Dia mundial da água
Por: Jéssica Queretti Pereira

No mês de março, foi confeccionado na escola João Goulart, um mural sobre o dia mundial da água, que é comemorado no dia 22 de março. Esse foi criado com o intuito de conscientizar a grande importância da água, bem comum de todos, e ressaltar o prejuízo que a falta dela ocasiona.
O mural foi composto por nuvens com chuvas, para ressaltar a beleza natural dessa, e a necessidade em relação aos ambientes. Nas nuvens têm a frase"usando bem, ninguém fica sem" ressaltando a importância do uso desse recurso com consciência.
Foi acrescentada também, imagens que mostravam a seca em ambientes sem chuvas; preocupação e cuidado com o planeta, assim mostrando os benefícios e prejuízos, incentivando a obter mais cuidados.


PALESTRA SOBRE O MOSQUITO Aedes aegypti: UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA



PALESTRA SOBRE O MOSQUITO Aedes aegypti:
UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA



Por: Alice Lemos Costa





  A atividade foi realizada com 59 alunos do ensino fundamental da E.E.E.M João Pedro Nunes. Ocorreu nos dias 10 e 11 de Março de 2016, no período da tarde.

Os alunos participaram de uma palestra sobre o assunto em destaque do momento, o mosquito Aedes aegypti. Visando trazer para o meio escolar temas fundamentais para o seu amplo entendimento, abordando aspectos específicos, como: quem é o mosquito; onde ele vive; do que se alimenta; seus hábitos de vida; como reconhecer possíveis focos e como acabar com áreas de procriação; doenças transmitidas pelo mosquito e seus sintomas; como prevenir e combater este mosquito.

O objetivo da palestra foi retirar dúvidas e orientar corretamente os alunos sobre este conteúdo, buscando com esta finalidade a disseminação deste tema para a comunidade. A gravidade da situação atual é alarmante e requer o amplo conhecimento para o combate contra o mosquito Aedes aegypti, pois como as doenças transmissíveis por esta espécie não possuem tratamento, o único modo de combate é ajudar na prevenção e extermínio de possíveis criadouros.



Figura 1. Alunos da turma 5°C, do quinto ano do ensino fundamental da E.E.E.M João Pedro Nunes, juntamente com a professora Andrea, após a palestra.


Figura 2. Alunos da turma 5°B, da turma do quinto ano do ensino fundamental da E.E.E.M João Pedro Nunes, juntamente com a bolsista ID no decorrer da palestra.



Figura 3.  Alunos da turma 4°B, do quarto ano do ensino fundamental da E.E.E.M João Pedro Nunes, unidos após o término palestra, contando com a presença da professora Cláudia.



domingo, 6 de março de 2016

REUNIÃO PEDAGÓGICA DE ABERTURA DO ANO LETIVO DE 2016

Por Suelen Mattoso

“Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou sua construção." (Paulo Freire)
         Nos dias 24 e 25 de Fevereiro, as bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência – PIBID, foram convidadas pela escola E. E. de E. M. João Pedro Nunes para participar da formação pedagógica e  reuniões pedagógicas de abertura do ano letivo de 2016.
         Nestes eventos puderam acompanhar como é este processo,  de extrema importância, já que a escola reflexiva é aquela que pensa sobre a sua prática e age, que trabalha concomitantemente a ação/reflexão, buscando qualificação dos processos a atores envolvidos.
        Nessa perspectiva, as reuniões oportunizam mais espaço de escuta, propondo a integração do que se discute e o que se faz no cotidiano escolar, o atendimento às angústias dos professores frente à sua prática, a discussão dos acertos e erros, das mediações e avaliações sobre o trabalho docente, oferecendo feedback e ajudando na assertividade da prática pedagógica.
      Esta atividade se mostra como mais uma prova da inserção do PIBID na escola, e de como as bolsistas estão vivendo e aprendendo sobre todo o processo escolar, e o dia a dia da comunidade.
       Como conclusão da reunião, as bolsistas apresentaram um vídeo com fotos de todas as atividades do ano de 2015, como forma de prestação de contas e de agradecimento à escola.(Imagens 1, 2 e 3)





                    Imagens 1, 2 e 3 - Algumas atividades realizadas pelo PIBID no ano de 2015.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Mural do mês de fevereiro/março da Escola Poli


Por: Alexia Menezes e Alice Lemos 

O mural do PIBID na Escola João Pedro Nunes (Figura 1) do mês de fevereiro/março de 2016, foi dedicado aos 150 anos da genética mendeliana. Nele foi publicada uma notícia sobre “o legado de um monge invisível”, retirada da revista de pesquisa FAPESP. A autora Maria Guimarães, conta de forma sucinta, sobre a vida de Mendel e sobre seu trabalho que ficou conhecido como a base da genética: “Experimentos em hibridização de plantas”.
Também foram colocadas imagens ilustrativas de Gregor Johann Mendel (conhecido como pai da genética) e do seu principal material utilizado em suas pesquisas que foi a ervilha-de-cheiro (Pisum sativum), bem como alguns exemplos de cruzamentos realizados.
Neste mural também se salientou a importância deste mês ter sido a primeira vez que a ONU (Organização das Nações Unidas) celebrou o dia internacional das mulheres e meninas na Ciência. Além de dar boas vindas aos educandos na volta às aulas!


Figura 1: Mural do mês de fevereiro da Escola João Pedro Nunes.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

CLUBE DE CIÊNCIAS DA E.M.E.F. PRESIDENTE JOÃO GOULART

Por Ana Maria Bolzan     
  
Desde o mês de setembro ocorreram encontros semanais do Clube de Ciências com os alunos Jaqueline Oliveira e Wuesllem Rodrigues, do 7º ano, turma 72 da E.M.E.F. Presidente João Goulart sob orientação da bolsista Ana Maria Bolzan. O tema de estudos, microrganismos, foi escolhido pelos alunos.  Durante esse período, desenvolvemos leituras e discussão de textos da revista Ciência Hoje e notícias de jornais que fossem relacionados ao tema central. Realizamos dois experimentos baseados no método científico. O primeiro experimento foi “Onde encontramos os microrganismos?”, no qual os alunos coletaram amostras de diversos locais da escola (bebedouro, pia, maçaneta...) colocados em meio de cultura e observaram o crescimento de fungos e bactérias (Figuras 1 e 2).
Figura 1. Material utilizado para a realização do experimento.

Figura 2. Amostras coletadas pelos alunos.

      O segundo experimento foi realizado pela aluna Jaqueline, sobre as substâncias tóxicas encontradas no leite. Queríamos saber porque colocam essas substâncias no leite. Através de notícias de jornais levantamos algumas substâncias tóxicas encontradas no leite. Então foi montado um experimento para testar qual a durabilidade do leite puro, do leite com formol, leite com bicarbonato de sódio e leite com água sanitária através de indicadores de pH (Figuras 1 e 2).
     Durante uma semana foi verificado o pH das amostras de leite (Figuras 3, 4 e 5). Notou-se que o leite puro estragou mais rápido, ficou com mau cheiro e separou a parte líquida da sólida, no segundo dia o pH baixou, indicando acidez. O leite com formol foi o que durou mais tempo e permaneceu até o último dia do experimento com aspecto de leite normal e o pH baixou para 5 somente no último dia de aferição (Figura 6). Com base nas leituras feitas anteriormente e com os resultados do experimento, a aluna concluiu que: “Eles colocavam essas substâncias para que o leite não estragasse e não ficasse com cheiro ruim, por que os microrganismos, como as bactérias e os fungos se criam no leite puro e fazem o leite estragar mais rápido e essas substâncias como: bicarbonato, água sanitária, formol e outras matam esses microrganismos, fazendo com que o leite dure mais tempo”. Foi possível perceber que a aluna entendeu e compreendeu o experimento, assim como seus resultados e suas relações com o cotidiano.
       As atividades propostas pelo Clube de Ciências oportunizam aos alunos um ensino através da pesquisa e do método científico, além de estimular o pensamento crítico a partir de situações-problemas presentes no dia-a-dia.

Figura 1. Montagem do experimento.

Figura 2. Montagem do experimento.

Figura 3. Verificação do pH das amostras de leite.

Figura 4. Verificação do pH das amostras de leite.

Figura 5. Verificação do pH das amostras de leite.

Figura 6. Amostras ao final do experimento. A primeira dupla de copinhos (de cima para baixo) são as amostras de leite puro, a segunda de leite com água sanitária, a terceira dupla de copinhos são as amostras de leite com formol e a quarta dupla de leite com bicarbonato de sódio.







Mural do mês de dezembro da E.M.E.F. Presidente João Goulart

Por Ana Maria Bolzan
       
          O mural do mês de dezembro enfatizou o Dia do Bioma Pampa, que é comemorado em 17 de dezembro. Essa data foi escolhida para marcar o dia do nascimento do agrônomo e ecologista brasileiro, José Antônio Lutzemberger, nascido em 17 de dezembro de 1926, que em 2015 estaria completando 89 anos de idade.
          O Pampa foi reconhecido como bioma em 2004 e teve seu dia criado em 2007. Além de ser um patrimônio natural, o pampa também é um legado cultural do povo gaúcho que está ameaçado pelas monoculturas, como soja e eucalipto, e pela fragmentação e destruição de seu habitat natural. Precisamos valorizar e preservar os campos nativos do nosso bioma Pampa.
         Também no mural desse último mês do ano de 2015, desejamos aos alunos da E.M.E.F. Presidente João Goulart, boas férias, boas festas e um feliz ano novo!!!